VOCÊ TEM MENOS TEMPO DO QUE PENSA

PARA ENVOLVER PESSOAS, ler, REDIGIR E SUBMETER um PROJETO DE CAPTAÇÃO DE RECURSOS

QUE REALMENTE SERá ANALISADO, ELEGÍVEl e apoiado com recursos públicos

POR QUE VOCÊ DEVERIA PARTICIPAR DESSA OFICINA?

Todo ano milhões de reais ficam parados em editais porque gente qualificada — como você — simplesmente não envia um único projeto…

Sim, talvez não seja por preguiça, ciência do edital ou convite para fazer parte de uma equipe que quer se prontificar a submeter algo.
Seria medo?
Medo de errar na estrutura…
Medo de preencher errado…
Medo de descobrir que “não era elegível”…
Medo de perder tempo e passar vergonha por descobrirem que você nem sabe o que é captar recursos via projetos?

Não sei dizer qual é a realidade de todos ao não submeterem nada, mas… ao mesmo tempo…

Se existe uma voz na sua cabeça dizendo:
-“Eu deveria estar captando esses recursos.” 

– “Isso podia transformar meu setor.” 

– ‘Isso daria um up na biblioteca da instituição em que trabalho.” 

– “Esse dinheiro poderia motivar muitas pessoas a fazerem a diferença e poderia transformar o espaço em que trabalhamos.”

Só que quando você abre o edital, acontece sempre a mesma coisa:

  • 20 páginas entre conteúdo, anexos, lives explicativas com regras, exceções, critérios, siglas e aqueles termos jurídicos que gostam de usar para impressionar e confundir você.

  • Burocratas de plantão sempre envolvidos e guindo você para o caminho do não fazer, não submeter, não dar tempo, não poder se dedicar a isso por ter compromissos, reuniões…

  • Itens apoiáveis que mudam de edital pra edital e você sequer consegue entendê-los.

  • Uma lista enorme do que não pode — e você sempre sem ter uma certeza.

  • Prazos curtos para informar nome do projeto, quem o coordenará, sempre com data de envio final da proposta – para quem não quer apostar na sorte de uma prorrogação.

  • Falta de equipe técnica e especializada – ou pelo menos interessada e nem sempre disponível ou escolhida baseada em interesses institucionais – não por uma gestão de competências.

  • Para finalizar, vem aquela sensação de solidão e aquela pergunta: “eu até quero, mas por onde eu começo?”.

E aí vem o pior:
Você pensa que o problema é você e começa a usar o lamento de que sua instituição nunca tem dinheiro. 

Mero engano se você ainda pensa assim!  Tem dinheiro e posso garantir que captação é uma fonte sem fim de recursos! Muito dinheiro mesmo! 

Quer saber qual é o problema mesmo?

Você só não teve alguém que facilitasse as coisas e te mostrasse como estruturar um projeto elegível de maneira lógica e sem dependência de tanta gente enrolada na hora de colocar a mão na massa. 

É por isso que eu quero te ensinar a usar Inteligência Artificial como alavanca, não muleta.

No fundo, o que você quer é simples:

  • Saber exatamente o que escrever e como escrever.

  • Ter clareza do que o edital realmente exige.

  • Evitar rejeição do projeto por detalhe bobo.

  • Aumentar suas chances sem depender de consultor caro que ninguém quer pagar prolabore, diárias e passagens pagando um curso in company e presencial.

  • Ter segurança para finalmente clicar em “ENVIAR PROPOSTA” sabendo que você só precisa esperar.

E talvez, você só queira mesmo ao final do envio, pela primeira vez, sentir que você domina o processo, e não o contrário.

Se tudo isso faz sentido para você, então já te adianto:
esta oficina é justamente para quem está preso nesse limbo — entre o desejo de captar e o medo de tentar.

OFICINA INCLUI:

Jorge cativo
Jorge Cativo

Facilitador

O PROBLEMA NÃO É O EDITAL.
O PROBLEMA É QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO TUDO SEM AJUDA DE QUEM PODERIA...

E se eu te afirmar que a maioria das propostas NÃO é reprovada por falta de boas ideias.
É reprovada por você não saber colocar elas no papel como deveria e quatro dos motivos são fatais entre a data que você sabe do edital, envia umprojeto e recebe o resultado que todos nós queremos:

  • Falha de alinhamento com os critérios de elegibilidade: exatamente como está no edital, e que 80% das pessoas ignoram.
  • Inclusão de despesas que NÃO são apoiáveis e acabam comprometendo parte da receita disponível — obras complexas, pessoal, passagens, PF… e quiçá, nem usam toda a margem mínima considerando essa falha, comprometendo na verdade todos os itens apoiáveis. O que acontece? Isso elimina você no ato.
  • E uma redação confusa, sem métricas, sem clareza e fora da estrutura exigida pela agência de Fomento que mais confunde quem avalia do que deixa você perto do aceite. 
  • Saber o que deve ser preenchido, assinalado na submissão também acaba impactando: nome do projeto e sua estrutura, coordenação, membros, valor destinado à fundação. Tudo precisa ser previsto e estar alinhado em seu projeto.   

Agora some tudo isso à pressão do prazo, da falta de equipe técnica que nem sempre está disposta e disponível a depender dos “compromissos e reuniões” e até da sazonalidade de chamadas públicas que acabam sendo publicadas em dezembro por exemplo. Sabe o que isso significa para muitos? 

Mais uma oportunidade que escapa.

Só que existe um caminho muito mais rápido e inteligente: usar Inteligência Artificial para estruturar, revisar e alinhar sua proposta ao edital, aumentando suas chances com base em critérios objetivos — não achismos, medos e uma euquipe que nem sempre vai aparecer nos dias e horários que definem cada etapa do projeto. 

PARA QUEM É ESTA OFICINA

PARA QUEM NÃO É ESTA OFICINA

O QUE VOCÊ VAI APRENDER?

  1. Como criar um modelo completo de projeto estruturado, seguindo todos os critérios reais de cada edital — sem adivinhação.

Como criar um Checklist anti-reprovação: entender quais são itens apoiáveis, não apoiáveis, limites, exceções e tudo que precisa ficar claro, mas que o edital nem sempre deixa claro.

  1. Como elaborar a primeira versão do seu projeto escrito com IA, com título, problema, objetivos, justificativa, metodologia e  cronograma.

  2. Como relacionar ações a possíveis despesas permitidas:  alinhado com as regras do edital, para não cometer erros que eliminem até mesmo a análise do mérito de sua proposta.

  3. Como usar um framework de IA: para revisar e validar qualquer projeto em poucos minutos analisando o escopo de sua proposta.

  4. Como gerar uma ferramenta de verificação final: para garantir que sua proposta está pronta paara envio e apresenta todos os itens  avaliados que são obrigatórios.

  5. Como sentir segurança em relação ao que precisa ser feito, afinaltalvez pela primeira vez — talvez você saiba exatamente o que está fazendo

lote 2 - até 15.12.2025

R$ 69

Jorge Cativo

Quem ajudará você?

Especialista em  Inteligência Artificial, Marketing Digital, Administração e Gestão do Conhecimento. Editor do site Biblioteconomia Digital e da newsletter bits da biblio. Responsável pelo setor de divulgação e treinamento na biblioteca do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia. Consultor e colaborador de correções de versões do software Biblivre. Tutor de várias capacitações sobre Biblio, IA e Marketing digital, entre elas: GPT Concurseiro, Indexando e classificando segundo a CDD com agentes de IA, Criando seu clones com IA, Fundamentos de IA aplicados na Biblioteconomia, Engenharia de Prompts para bibliotecári@s Curios@s, Competências Digitais para Bibliotecários Antenados, Lives no OBS via youtube, Repositório do Zero com Dspace, CDU Descomplicada, Marc 21 Bibliográfico, Planejamento, Implementação e Gestão de Repositórios Digitais. Tem interesse em Inteligência e Marketing digital aplicados na Biblioteconomia.

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